A companhia de dança de rua surgiu em 1996, na cidade de Niterói (Rio de Janeiro), criada pelos professores e coreógrafos Bruno Beltrão e Rodrigo Bernardi.A companhia de dança de rua surgiu em 1996, na cidade de Niterói (Rio de Janeiro), criada pelos professores e coreógrafos Bruno Beltrão e Rodrigo Bernardi. Durante os seus primeiros dois anos dedica-se aos festivais competitivos de dança e participações especiais em diversos eventos e programas de TV.
Em 1999 participa do Campionato Internazionalle di Funk em Nápoles, na Itália.
Em dezembro de 2000, apresentando o trabalho "Metrópole", inicia uma turnê com o Circo da Madrugada, do renomado diretor francês Pierrot Bidon. Faz apresentações em Niterói, Juiz de Fora, Belo Horizonte e Lion, na França.
A partir de 2001 com a coreografia "Do popping ao Pop ou vice-versa", concebida para a mostra "Duos de Dança no SESC", no Rio de Janeiro, é que a Companhia começa a delinear um perfil que correspondia às suas aspirações estéticas. Como mencionado pela crítica de dança Helena Katz, o GRN começa a explorar a passagem da dança que acontece nas ruas (popular) ao teatro (erudito). Em agosto o GRN é chamado para integrar o grupo de 16 companhias cariocas que formam o PRODANÇA, um projeto de interiorização da dança através de diversas atividades, promovido pelo Governo do estado do Rio de Janeiro. Bruno, ainda no mesmo ano, é apontado pelo jornal O GLOBO como revelação da dança e a companhia é mencionada como uma das mais criativas da nova geração. Em dezembro, com a saída de Rodrigo Bernardi, Bruno assume sozinho a direção do GRN.
Em maio de 2002, selecionado entre 17 companhias brasileiras, o GRN representa o Brasil no Rencontres Choregraphiques de Seine-Saint-Denis, apresentando o trabalho "Do popping ao pop ou vice-versa", no MC93 de Paris. Com "Eu e meu coreógrafo no 63" e "Do popping ao pop ou vice-versa" o Grupo de Rua de Niterói é convidado para se apresentar em junho de 2002 no renomado festival "Danças na Cidade", em Portugal.