Bibliografia
Nascido em Buenos Aires em 1920, um dos dramaturgos mais representativos de sua geração, é autor de várias obras importantes do teatro argentino.
Em 1949, com 29 anos, comoveu o público com El Puente, encenada pela primeira vez, no Teatro La Máscara, inaugurando uma nova etapa do Teatro Argentino.
Desde então, Carlos não parou de escrever, convertendo-se em um dos mais influentes autores da década de 60, ao lado de autores como Roberto Cossa, Ricardo Halac, Sergio De Cecco, Jacobo Langsner, Julio Mauricio, Rodolfo Walsh, Carlos Somigliana, Ricardo Talesnik e Oscar Viale. Foi dos principais membros do Teatro Abierto tido como um dos mais importantes movimentos de resistência cultural, durante a ditadura militar (1976-1983). Foi também o primeiro Secretário de Cultura, juntamente com a recuperação da democracia, durante o governo de Raúl Alfonsín.
Entre suas obras, destaque para El acompañamiento (obra que inspirou Sangue Na Barbearia); El pan de la locura (1958), Los prójimos (1966), A qué jugamos? (1968), Matar el tiempo, Hay que apagar el fuego (1982), Aeroplanos (1990) e El patio de atrás (1994).